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Expectativas para fim de 2017 e início de 2018 apontam aumentos na conta de luz

Ponto Solar
Expectativas para fim de 2017 e início de 2018 apontam aumentos na conta de luz

O finzinho de 2017 não parece favorável para o bolso do consumidor brasileiro que paga sua conta de luz. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a partir do mês de outubro já começa a valer a bandeira tarifária vermelha, deixando as tarifas mais caras.

 

O que justifica essas previsões pessimistas para o resto desse ano e início do próximo é especialmente o clima bastante seco e a escassez de chuvas na região das hidrelétricas, deixando suas capacidades reduzidas. Quando isso acontece, o resultado é o acionamento das bandeiras amarela ou vermelha.

 

Como já mostramos aqui, as bandeiras são maneiras dos órgãos controladores de frear o consumo da população quando a capacidade das hidrelétricas está baixa. Ligando as termoelétricas é possível dar conta das demandas nesse momento, porém a energia que vem dessas usinas são muito mais caras, além de extremamente poluentes. Nesse ano, o país talvez irá importar energia elétrica de outros países para suprir a demanda.

 

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Esquema de funcionamento das bandeiras. Imagem: reprodução / CPFL Energia.

 

Situação complicada

 

As bandeiras vermelhas devem afetar a conta de luz dos consumidores até novembro desse ano, segundo o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino. Depois disso, a projeção para os três primeiros meses de 2018 é que ao menos a bandeira amarela seja aplicada nas contas, mas tudo dependerá da vinda das chuvas.

 

As dificuldades para a geração de energia no Brasil nos próximos meses baterão recordes. A consultoria Thymos Energia estimou que os reservatórios das hidrelétricas brasileiros se encontram em níveis tão críticos quanto em 2001, quando o país precisou de um racionamento de energia.

 

Dessa vez, as soluções não precisarão ser tão drásticas. A infraestrutura atual evita que seja necessário recorrer ao racionamento, mas não impede que os gastos aumentem, tanto para as usinas quanto para os consumidores.

 

“Mesmo que venha uma chuvarada, um toró, tipo Arca de Noé, nem assim você consegue salvar, em termos de custo… vai ter um custo maior (para a energia) em 2018. Não sei se vai ser bandeira vermelha ou amarela, mas acho que não vai ser verde em 2018”, comentou João Carlos Mello, sócio da Thymos Energia.

 

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Reprodução / Cerne.org

 

Como ter autonomia 

 

Com a dependência das hidrelétricas custando caro na conta de luz do consumidor, a busca por autonomia por parte dos brasileiros é algo cada vez mais comum. A energia solar especialmente é a grande procurada, já que é possível gerar energia limpa diretamente em casa.

 

Segundo especialistas – inclusive os da Ponto Solar -, a economia com a energia solar pode chegar até 95%. O investimento feito na compra dos painéis pode ser saldado em poucos anos, e mesmo no inverno o consumidor não precisa se preocupar com a geração de energia.

 

Além disso, quando os painéis solares produzem mais energia do que a quantidade utilizada no período, o consumidor troca esse excedente por créditos com a concessionária local. Eles são utilizados para reduzir a conta de energia, quando o consumo for maior que a geração.

 

 

Já é possível ter autonomia sobre a energia elétrica consumida, e os projetos realizados pela Ponto Solar são a prova disso. Você tem interesse em produzir sua energia em casa? Converse com nossos especialistas e veja as possibilidades!

 

 

Com informações de Reuters.

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